“Hoje como ontem, o testemunho da caridade toca especialmente os
corações dos homens, a nova evangelização, especialmente numa cidade
cosmopolita como Roma, exige grande disponibilidade e abertura”,
salientou o Papa, num discurso publicado pela sala de imprensa da Santa
Sé.
Por que o Papa, e evangelizadores (sacerdotes e pastores, padres e todo tipo de autoridade espiritual) não vai tocar os corações daqueles que estão em guerra:? Queria ver a caridade parar as guerras, a fome, a ignorância, a loucura e a destruição, e todo tipo de mazela humana. Que cosmopolitismo é esse que se reduz a roma e aos fiéis católicos?
“Numa altura em que a cultura contemporânea parece ter esquecido a
distinção entre o bem e o mal, é preciso reafirmar com força que o bem
existe e é vencedor”, apontou o Papa.
Onde vence esse bem, num contexto global de guerras, crises, miséria e catástrofes naturais? Vejo muito é o mal, Síria, Egito, Líbia, Irã, Afeganistão, etc. Não há indistinção entre esses valores, mas uma modificação de acordo com interesses extra-morais, meta-espirituais, pois eles não são eternos mais sempre provisórios. O bem da igreja católica nunca resolveu os problemas da humanidade, e se sabe bem que causou muitos outros em outras eras. Que discurso pobre e limitado!